Vou te contar o que eu não uso mais

Olá, meus queridos!

Tudo bem com vocês?

Semana passada eu pude dar uma notícia maravilhosa pra vocês e agradecer por toda a energia positiva que vocês me mandaram – se não viu o post ainda, clique aqui – e agora vou poder escrever pra vocês sob outra perspectiva em relação a rotinas e dicas de organização: a de quem voltou a ter uma rotina na própria casa.

E para iniciar essa nova fase, quero compartilhar com vocês 3 coisas que estavam sob a análise do “fica ou vai embora”, afinal, eu não estava seguindo minha rotina habitual e não tinha respaldo pra tirar da análise e tomar uma decisão. Agora que estou em casa e a decisão pode ser tomada, descobri que consigo viver sem essas coisas numa boa.

É importante salientar que a decisão de eliminar esses itens foi tomada em conjunto, meu marido e eu, e que ela só saiu da análise para virar rotina porque faz os dois felizes.

Outro ponto importante é que eu não acho que você DEVE tirar essas coisas da sua vida também. Na verdade, minha intenção não é que você se desfaça de nada por que eu disse que é melhor. Μeu objetivo aqui é despertar em você esse pensamento de análise. Será que você precisa MESMO de tudo o que tem? Será que usa os objetos e serviços contratados com uma frequência que justifique investir tempo e dinheiro nisso?

Fuja do óbvio e analise tudo.

Vamos às 3 coisas que cortei da minha vida:

1. Forno microondas – quando meu marido e eu estavamos planejando a localização dos móveis na casa nova, tivemos certa dificuldade em encaixar o microondas na casa de um jeito que todo o resto permanecesse prático e funcional. O microondas não cabia na casa nova. Daí resolvemos analisar o quanto a gente usava esse eletrodoméstico. Relembramos de todo o período em que moramos só nós dois e descobrimos que esse aparelho, que ocupava o lugar onde hoje ficam todas as nossas louças do dia a dia, era usado somente para aquecer meu leite com café pela manhã. Adeus microondas, posso aquecer meu leite no fogão sem problemas!

2. TV por assinatura – esse já tinha saído das nossas vidas antes da crise. Fizemos a mesma análise acima: o quanto nós assisitimos aos canais pagos? É tempo o suficiente para justificar a mensalidade que pagamos? Se só um programa específico é visto, existe outra forma de adquirir o conhecimento ou entretenimento desse programa? Essa última pergunta fica como sugestão para você, leitor, porque nós descobrimos que só ligávamos a bendita TV para assisitir Netflix. Adeus TV por assinatura!

3. Viver sem carro – eu não tenho nada contra carros, gosto muito do conforto que eles proporcionam e, aliás, esse é o motivo de nós andarmos bastante de Uber aqui em casa. De novo, ao fazer a análise do quanto nós utilizavamos o Uber pra saber se a frequência era alta o suficiente para justificar a compra de um carro e todos os custos que o acompanham – IPVA, seguro, combustível, parcelas e tudo o mais – percebemos que não era e não valeria pena a compra. Bye, bye possibilidade de comprar um carro e fica Uber!

Analise sua rotina, seu estilo de vida e não mantenha nada “porque sim”. Já parou pra pensar que o dinheiro e tempo destinados a alguma coisa que você tem ou faz poderiam ser redirecionados para algum sonho ou meta que parecem ser muito caros ou estarem distantes demais de serem alcançados? Ou mesmo não sendo um sonho caro nem distante, que ele pode estar sendo adiado porque outra coisa menos significativa está tomando seu lugar?

Pense nisso.

Um beijo e até semana que vem 😉

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