“Sou minimalista. Como convencer as pessoas ao meu redor a se desfazer das suas tralhas?”

Oi, gente!
Ultimamente tenho percebido uma dúvida constante entre as pessoas que seguem o estilo de vida minimalista:
Como convencer a pessoa que mora comigo a se desfazer das tralhas que ela acumula?
É, acho que essa é a batalha travada por todos que começam a seguir o estilo de vida minimalista e acredito que por todas as pessoas que decidem fazer diferente, que escolhem hábitos alternativos ao senso comum, seja em qual área da vida for.
Esse texto está sendo escrito pra te ajudar a lidar com esse problema de forma positiva e leve, digamos, de forma minimalista!
Está chegando agora aqui no blog Mila Bueno? Seja bem vindo! Para ter acesso a mais conteúdos  sobre minimalismo, organização e positividade, me acompanhe também no Instagram 😉
Hoje, eu entendo o minimalismo como a forma mais certa de se levar a vida. Para mim. Para minha família. Ponto.
Não sei se já contei pra vocês aqui no blog mas eu já fui bastante consumista. Então, acho que, como alguém que já viveu os dois extremos – consumismo e minimalismo – posso declarar que, minimalismo não é o contrário de consumismo. Não. Dizer isso seria desmerecer demais o conceito do minimalismo que é tão mais profundo e abrangente.
Não, não se trata apenas de bens materiais. Abrange o mental e o emocional muito mais que o material. Aliás, o minimalismo começa na mente.
Então, como você vai persuadir alguém a se desfazer das coisas? Simples, não vai. Eu sei, não era essa a resposta que você esperava. Mas essa é a verdade.
O minimalismo é o foco no que é importante para cada um de nós, como indivíduos únicos e singulares, eliminando todos os excessos, as sobras, as atividades e tarefas que ofuscam nossa atenção daquilo que realmente nos faz feliz e realizados. Isso faz com que nós, que seguimos o estilo de vida minimalista, tenhamos menos coisas. Assim como menos tarefas. Assim como menos preocupações. Assim como menos relacionamentos rasos. E por aí vai, porque, no final das contas, é surpreendente a quantidade de coisas que só estavam na nossa vida “porque sim”.
Mas calma que eu não vou te deixar desamparado e sem resposta.
Meu conselho para você, como alguém que conviveu bastante com pessoas não-minimalistas quando se trata de excesso de bens materiais, é o seguinte:
Compreenda que, assim como hoje você acredita piamente que o modo de vida minimalista é a melhor coisa que existe no universo por causa de todos os benefícios que ele te traz, as outras pessoas podem acreditar no que acreditam exatamente pelo mesmo motivo. De alguma forma, em algum momento, fez muito sentido para elas ter todas as coisas que tem. Por algum motivo, muitas vezes emocional, as pessoas não conseguem desapegar. Seja pelo período histórico em que viveram, pela família em que foram educados ou pela quantidade de dinheiro que possuíam na juventude ou ainda a combinação de todos esses fatores. Algumas pessoas acreditam piamente que não faz sentido se desfazer de nada.
E sabe como você pode ajuda-las?
Permitindo que os benefícios do minimalismo na sua vida falem mais alto que suas palavras pedindo para que essa pessoa “peloamordedeus, jogue fora toda essa tralha”. Focando seus esforços no que é importante: alcançar uma vida mais significativa aplicando os conceitos do minimalismo na sua própria vida.
Pequeno lembrete pra você: nenhum destralhe vale a pena se custar o bom relacionamento com a sua família. Pra mim, isso entra na primeira posição da categoria “importância”.
Abraços e até semana que vem 😉
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